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Notícias
sobre quem o povo brasileiro deu emprego privilegiado. Os Políticos Brasileiros. |
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Faxina ‘diet’ Guilherme Fiúza, Época A faxina chegou ao ponto que os corruptos ansiosamente aguardavam: foi criada uma Frente de Combate à Corrupção, liderada pelo senador Pedro Simon. É uma frente suprapartidária, com apoio da OAB, ABI e Cia. Simon disse que o movimento será liderado pela sociedade civil. Aos que ainda não entenderam o que isso significa, vai aqui a explicação: à luz da atual conjuntura, considerando a dinâmica da política nacional e ressalvadas as disposições em contrário, isso significa, rigorosamente, nada. Ou melhor: significa muito para os que querem continuar parasitando o Estado brasileiro. O bom parasita sabe que quando surge o “basta”, aquele grito difuso contra “tudo isso que aí está”, as coisas se acalmam para o lado dele. O “basta” enche de orgulho os indignados de plantão, espalha adjetivos justiceiros, entope as seções de cartas com manifestos envaidecidos. E o parasita respira aliviado: sabe que enquanto o pessoal estiver ocupado com “tudo isso que aí está”, suas negociatas estarão a salvo. “Tudo isso” e “nada disso” é a mesma coisa. Pedro Simon e os gladiadores do bem tiveram a chance de lutar pela CPI do Dnit. Trocaram-na por uma “frente contra a corrupção”. Basta
de tanta bondade. Deputados: Liberar emendas não acaba crise Do Blog do Cládio Humberto Nem
mesmo o líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), acredita que
a crise entre o governo Dilma e o Congresso será resolvida com
a liberação das emendas parlamentares, prometida para
esta segunda-feira pela ministra Ideli Salvatti (Relações
Institucionais) e confirmada pelo secretário-geral Gilberto Carvalho.
O líder do PR, Lincoln Portela (MG), diz que o problema não
é dinheiro. É a falta de respeito. Para os ladrões federais, 1 milhão de dolares é troco Blog do Augusto Nunes (02/08/2011) Nos anos 80, a capa dos sonhos de todo os diretores e editores de VEJA seria magnificamente singela. Para o resumo da ópera, bastaria uma pilha de cédulas verdes com o rosto de Benjamin Franklin sublinhando a chamada formada por cinco palavras e um algarismo: COMO GANHAR 1 MILHÃO DE DÓLARES Valorizada por acrobacias gráficas ou manuscrita por Lula com uma Bic, a chamada para a reportagem de capa pareceria igualmente irresistível até aos olhos dos bebês de colo e dos napoleões-de-hospício. Nas bancas ou nas portas dos assinantes, cada exemplar seria disputado a socos e pontapés por gente disposta a tudo para conhecer a fórmula que ensinava a ficar milionário - em moeda americana - sem dar o golpe do baú, dar um golpe na praça ou ganhar na loteria. Passados menos de 30 anos, essa capa talvez fizesse menos estardalhaço que um comício do PCdoB. No Brasil deste começo de século, conseguir 1 milhão de dólares parece menos complicado que subir o Corcovado de trenzinho. Nada a ver com a crise econômica dos Estados Unidos, nem com o risco de calote, muito menos com a enganosa musculatura do real. O que transformou essa quantia em dinheiro de troco foi o tsunami de bandalheiras que devasta o Brasil. As cifras astronômicas movimentadas pelas quadrilhas especializadas no assalto aos cofres públicos informam que juntar 1 milhão de dólares é coisa de gatuno aprendiz. Ladrão federal que se preza fatura mais que isso com qualquer negociata de baixo calibre. As organizações criminosas da classe executiva não se contentam com pouco. Cresceram em tamanho, sofisticação, safadeza e atrevimento. As contas agora são feitas em bilhões. Os bandos envolvidos na roubalheira incomparável agrupam ministros de Estado e funcionários do segundo escalão, figurões de estatais e “laranjas” obscuros, jornalistas iniciantes ou em fim de carreira, donos de partidos, senadores e prefeitos, deputados e vereadores, empresas portentosas e consultorias de fachada. Mobilizam,
além dos chefes, as mulheres, os filhos, parentes próximos
ou distantes, amigos ou agregados. Há centenas, milhares de larápios
em ação. Há bilhões de sobra à espera
dos delinquentes. |
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